E eu ainda me sinto, só, aqui, me remoendo nessas palavras, sonhando um dia te encontrar, encontrar-te em um dia de sol, pássaros cantando, arvores vivas, animais tão vivos quantos as arvores, sorrindo, por ter você comigo, sorrir ao segurar sua mão. Tocar-te de verdade, e beijar-te, beijar-te intensamente, o mais puro de todos os beijos. Passar noites acordados, te amando. Viver aqueles momentos que tanto sonhamos. Mais, você jamais me amou, o suficiente para que isso pudesse ser real, pudesse ser a minha, a nossa verdade. Então, a minha verdade. Hoje não é um dia de sol, os pássaros não cantam, aliás, vivem retraídos em seus ninhos, nas arvores, arvores que por sinal, se sentem tão tristes, tão mortas, e abatidas, eu não sorrio, a muito tempo, e não irei sorrir, porque jamais terei você de volta, Não mais poderei sorrir ao segurar sua mão. E viver as noites acordado, chorando. E tudo o que terei dos momentos que sonhamos, será só isso, sonhos.



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